1. RENDIMENTOS
• Conferir todos os informes (salários, bancos, aluguéis, exterior).
• Comparar com extratos bancários.
• Evitar omissão de rendimentos.
2. DEDUÇÕES
• Declarar apenas com comprovantes válidos.
• Evitar duplicidade.
• Despesas médicas exigem atenção máxima.
3. DEPENDENTES
• Não duplicar dependentes.
• Incluir todos os rendimentos do dependente.
4. BENS E DIREITOS
• Declarar pelo valor de aquisição.
• Atualizar saldos corretamente.
• Não alterar valores sem justificativa.
5. INVESTIMENTOS
• Declarar posição em 31/12.
• Informar ganhos e apurar impostos.
• Atenção com ações e criptoativos.
6. GANHO DE CAPITAL
• Declarar venda de bens com lucro.
• Utilizar GCAP quando necessário.
7. RENDIMENTOS ISENTOS
• Declarar mesmo sendo isentos.
8. CONCILIAÇÃO BANCÁRIA
• Verificar compatibilidade entre movimentação e renda.
9. PRÉ-PREENCHIDA
• Conferir todas as informações antes de enviar.
10. MALHA FINA
Principais causas:
• Despesas médicas;
• Omissão de renda;
• Divergências.
11. MULTAS
• Atrasos e erros geram penalidades.
12. CHECKLIST FINAL
• Conferir informes;
• Validar despesas;
• Revisar dependentes;
• Conferir bens;
• Validar investimentos;
• Conferir movimentação.
CONCLUSÃO e DICA
Não confie cegamente na pré-preenchi- da; ela apresenta muitos erros, portanto, utilize-a apenas como base. O IRPF exige conferência e documentação. Evite erros revisando tudo antes do envio.
Caso tenha qualquer tipo de dúvida, consulte um contador ou especialista no assunto.
WILSON GIGLIO,
Consultor em Gestão Empresarial Consultor Financeiro / Tributário
WhatsApp (11) 91218-1790
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