A MOGK, tradicional fabricante de máquinas de Blumenau, colocou no mercado a MTC-1800/450. O nome soa técnico, mas a proposta é direta: facilitar a vida de quem trabalha com estamparia por sublimação e precisa produzir sem dor de cabeça.
Na prática, a máquina funciona como uma calandra contínua para tecidos de base de poliéster. Serve tanto para rolos inteiros de tecido quanto para peças já cortadas. A grande sacada do equipamento está no cilindro térmico cromado, aquecido com óleo térmico. Isso garante que a temperatura fi-que exatamente a mesma em qualquer ponto da superfície, evitando variações de cor e estragos na estampa — um problema bem comum na rotina da fábrica.
Dá para perceber que quem desenhou a MTC-1800/450 pensa no chão de fábrica. O modelo roda solto, sem aquele barulho excessivo de maquinário pesado, e vem com alguns detalhes práticos que fazem diferença no dia a dia. Uma mesa basculante de vidro facilita a visualização e a limpeza, o alinhamento da esteira é elétrico e há até um sugador integrado para expelir os gases gerados pelo aquecimento do tecido.
Se faltar luz no meio da produção, o operador não perde o material: um sistema de no break embutido permite recolher a peça sem queimá-la.
O controle fica centralizado em um painel digital (CLP) bem simples de mexer. Dá para programar o horário em que a máquina deve ligar para pré-aquecer, acompanhar a contagem exata da produção diária e contar com desligamento automático quando a temperatura de segurança é atingida. Tudo de acordo com as normas NR-10 e NR-12.
Com largura útil de 1,80 metro e velocidade que chega a 6,5 metros por minuto, a nova calandra entrega uma média de consumo na casa dos 14,8 kWh. Para quem está tentando escalar a produção têxtil e busca estabilidade térmica no processo, a MOGK entrega uma opção redonda e pronta para rodar.


