O Natal é um convite à pausa, e há 111 anos, no front da Primeira Guerra Mundial, soldados inimigos aceitaram esse chamado de forma épica. A Trégua de Natal de 1914 não foi um acordo de generais, mas um gesto espontâneo e poderoso de humanidade.
Na véspera de Natal, canções natalinas ecoaram das trincheiras e no dia seguinte, alemães e britânicos trocaram presentes e até improvisaram um jogo de futebol. Por algumas horas, o inimigo deixou de ser um alvo para se tornar um vizinho de ocasião, sob o mesmo céu de dezembro.
Se até no auge do maior conflito da história homens armados encontraram espaço para a fraternidade, o que nos impede de fazer o mesmo em nossos dramas cotidianos? Neste Natal, a lição da trégua é clara: Vamos Repensar e Perdoar.
Como disse Mahatma Gandhi: “O fraco nunca pode perdoar. O perdão é atributo dos fortes.” Que tenhamos a força de perdoar velhas mágoas, de estender a mão e de transformar o rancor em pontes. Que esta trégua prossiga em 2026.
Sejamos fortes. Feliz 2026.
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