O vinil, na realidade, trata-se do PVC (Polyvinyl Chloride), ou seja, Policloreto de Vinila. É um plástico termoplástico versátil, durável e reciclável, composto por 57% de cloro (sal marinho) e 43% de eteno (petróleo).
O PVC, originalmente, pode ser rígido — como em tubulações de água — ou flexível, como em lonas e autoadesivos utilizados no nosso segmento. Para tornar o PVC rígido em flexível, é adicionado um plastificante na composição, proporcionando flexibilidade ao material. O vinil é fabricado em uma máquina chamada calandra.
História
No início da década de 80, existiam apenas o branco e o transparente de 100 mícrons, que eram impressos em serigrafia e convertidos em rótulos com corte reto ou em corte e vinco. Faziam-se muitos adesivos decorativos de propaganda; adesivos para automóveis, campanhas políticas e a Copa do Mundo consumiam muito material. Os principais fabricantes eram Fasson, JAC e 3M.
Desenvolvemos na Fasson, para a campanha política, o POLICAL: um PVC transparente de 50 mícrons de qualidade temporária que tinha um preço menor e foi um sucesso. Os clientes começaram, devido ao custo, a usá-lo para trabalhos normais e, consequentemente, o material apresentou problemas de performance. Conclusão: foi tirado de linha.
Foi a partir daí que se criou o vinil de 80 mícrons, um pouco mais barato, que conseguia atender a certas aplicações.
Na década de 90, começou o mercado de Sign (Sinalização). Os vinis coloridos e importados surgiram, e começaram a entrar as máquinas plotters de recorte e, em seguida, as plotters de impressão. Desse ponto em diante, surgiram fabricantes como Aplike, Imprimax, Plavitec, Alko, etc.
Ricardo H. Morikawa
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